terça-feira, 29 de março de 2011

Governo teme processos por não poder enterrar os mortos


POSTADO EM 29 Março, 2011
Na ação contra a Apemol, o governo Eduardo Campos reclama que a retomada do movimento se dá por razões exclusivamente remuneratórias.
“Numa busca incansável pela solução desta questão, o Estado iniciou a execução de projetos de curto, médio e longo prazos. Foi realizada uma reforma de emergência na sala de exames de tanatoscopia e serão implementados os projetos de reforma mais ampla do Instituto”.
“É indiscutível que o movimento paredista, em serviço essencial como o de perícias técnico-científicas, mormente em cadáveres, causou e causará (na hipótese de sua continuação) gravíssimos danos à população do Estado de Pernambuco como um todo, porquanto fere a própria dignidade e honra das famílias enlutadas, bem como configura desrespeito aos mortos, impedindo, ainda, que o Estado cumpra seu mister legal de verificar a causa das mortes violentas, restando insepultos os corpos necessariamente conduzidos para o Instituto de Medicina Legal - IML”.
Diz mais:
“Com efeito, dada a natureza dos serviços a cuja prestação estão obrigados os servidores em referência, a cada minuto por que se estende a malsinada greve ou "operação legal" (como queiram), agrava-se o delicado quadro de angústia de dezenas e dezenas de famílias, inquéritos deixam de ser instruídos com a necessária perícia, além da possibilidade de ajuizamento de várias demandas contra o Estado de Pernambuco, por conta de eventual responsabilização civil por não liberação dos corpos para as exéquias e sepultamento”.

Um comentário:

Anônimo disse...

Desisto, vou mudar de endereço.
ONDE????
EM QUE LUGAR?????