quarta-feira, 21 de março de 2012

"BOA NOTÍCIA!

Raul Jungmann atualizou seu status: "BOA NOTÍCIA! Campus Party-Recife será profissional EVENTO Segundo organização local, acampamento atrairá empresários e associações de comércio e indústria, além de fortalecer parceria com instituições de ensino.
Objetivo é gerar negócios Luísa Ferreiralfsantos@jc.com.br Inclusão digital, inovação, empreendedorismo e sustentabilidade. Esses temas nortearão a primeira Campus Party Recife, que será realizada no Centro de Convenções (Cecon), em Olinda, no final de julho.

Mas, apesar de já estar oficializada no calendário do evento internacional, a data exata da edição pernambucana ainda não foi divulgada.
Campuseiros devem ficar atentos: de acordo com os integrantes do grupo de trabalho que articula a feira, o tão esperado anúncio será feito até o fim deste mês em evento com a presença do governador Eduardo Campos.
Temos uma data, mas falta bater o martelo com a administração do Centro de Convenções.
Vamos fechar isso logo, até porque o ideal é que as inscrições possam ser feitas ainda no fim de março, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Recife, José Bertotti Júnior.
De acordo com ele, o dia do lançamento oficial da Campus Party Recife, ocasião em que devem ser divulgadas as datas, será definido esta semana.
O diretor da Fishy (representante local do evento), Marcelo Fernandes, ressalta que conseguir uma vaga no Cecon não foi fácil.
Eles já estão com o calendário cheio até o fim do ano.
Já negociamos para usar o espaço todo na próxima edição, em 2013, mas para este ano teremos que aproveitar parte do pavilhão e construir uma estrutura externa para abrigar o camping, explica.
Os detalhes sobre a infraestrutura e a programação estão sendo discutidos em frequentes reuniões entre representantes do Governo do Estado, da Prefeitura do Recife, da Fishy e da Futura Networks, a empresa responsável pela organização da Campus Party no Brasil. Atualmente, a previsão é de receber entre 1.600 e 2.500 pessoas acampadas, além de outras milhares que poderão circular pelo espaço diariamente.
A ideia é fazer uma Campus Party com o sotaque da gente, mas seguindo o formato de São Paulo, até então a única do Brasil. Não faremos nada improvisado, garante Fernandes.
Afinal, a edição recifense do evento nascerá com um tamanho considerável: cerca de um terço da Campus Party paulista.
 E nenhum país além da Espanha, onde a feira foi criada, tem mais de uma Campus Party. Indubitavelmente a confluência de pessoas de outros Estados do Nordeste aqui será muito grande, observa.
PROJETOS Paralelamente a outras definições, a organização está negociando parcerias com foco em empresários e associações de comércio e indústria. Queremos acabar com o preconceito de quem ainda acha que o evento é uma reunião de garotos jogando videogame e baixando filmes.
Vamos mostrar que se trata de uma grande plataforma de inovação e troca de conteúdo e que várias parcerias nascem dali, diz Fernandes.
Outro foco é fortalecer parcerias com instituições de ensino.
Com esse objetivo, representantes da Fishy e da Futura Networks fizeram uma visita, na última sexta-feira, ao Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
 Além disso, a organização pretende investir em ações de inclusão digital durante o evento. Cerca de 5 mil estudantes de escolas públicas poderão participar de oficinas e workshops. Existe também a ideia que partiu do executivo-chefe de negócios do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Eduardo Peixoto, e do presidente do Porto Digital, Francisco Saboya de promover atividades paralelas à feira no Bairro do Recife. Uma delas seria o chamado Batismo digital, que ocorrerá nos dias que antecedem o acampamento. Na prática, trata-se de um espaço em que as pessoas poderiam entrar em contato com computadores pela primeira vez.
Outra seria relacionada à seleção para um novo edital de incubação do Porto Digital. Conversamos com Paco Ragageles, criador da Campus Party, sobre o assunto. Seria ótimo para o público conhecer o trabalho que fazemos na ilha, diz peixoto.".

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